Escolhi a poesia por vaidade.
E a poesia aceitou-me por misericórdia.
Quem decide não sou eu, mas quem me habita.
Pergunto-me como será minha morte se não for
Digna das minhas mãos: um punhal, um revólver,
Um nó de forca. Viver sem os pés no chão é devastador.
Só é devastador quando as asas estão cansadas ou fracas. Permitir-se um descanso com os pés nos chão, também é válido. Abraços poeta!
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